Coisas que acho pelo caminho...
sábado, 21 de junho de 2014
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Eu procuro por outros olhos. Eu espero as tuas mãos, teus braços. Eu espero uma direção.
Eu ouço uma canção que me lembra você. Eu ouço a tua voz, ouço o suspiro do teu coração.
A verdadeira canção que fala da alma. Todas as verdades ditas numa troca de olhares. E deixa o céu queimar lá fora, deixa o mundo ruir.
A busca sem fim pela verdade. A busca eterna por amor. Felizes daqueles que te encontraram.
Partirei, tarde ou cedo. Os anjos já não podem ajudar quem não tem fé. Porém, sempre desejei o teu bem. Mesmo sem ter te conhecido, mesmo sem ter te esperado.
Os dias agora são mais iluminados. É bom saber que você existe.
Eu ouço uma canção que me lembra você. Eu ouço a tua voz, ouço o suspiro do teu coração.
A verdadeira canção que fala da alma. Todas as verdades ditas numa troca de olhares. E deixa o céu queimar lá fora, deixa o mundo ruir.
A busca sem fim pela verdade. A busca eterna por amor. Felizes daqueles que te encontraram.
Partirei, tarde ou cedo. Os anjos já não podem ajudar quem não tem fé. Porém, sempre desejei o teu bem. Mesmo sem ter te conhecido, mesmo sem ter te esperado.
Os dias agora são mais iluminados. É bom saber que você existe.
quinta-feira, 19 de junho de 2014
Queira incendiar a alma, inflamar os ventos, cantar as dores, juntar os pássaros mortos na beira da estrada.
Pó e terra seca por onde os passos trilham, o sol se põe mais uma vez, e eu não sei o dia de amanhã.
Não sei o que é o amor. Explique-se.
As mãos que já não se perdem e não se encontram, não se entrelaçam e não sentem, os olhos que só procuram o céu, o oceano, o vazio, e não encontra nunca outros olhos nos quais repousar. É tão difícil abrir o coração para alguém sem se sentir um tremendo idiota. Nudez do corpo é fácil, desnudar a alma é que é difícil.
Uma canção que embalasse o mundo inteiro. Todas as pessoas do mundo imóveis por um único momento. O silêncio. O maior de todos. Nossos corações batendo, minhas mãos procurando as tuas, nossos corpos se entrelaçando, Deus feliz por nós dois.
Mas eu sou fraco, covarde. Um dia o céu vai desabar, meu chão vai ruir. Não fui feito para amar ou ser amado, é tarde demais. Demais foram os sonhos, as ilusões maiores ainda. Minha fé ruiu quando eu mais precisava de um amigo. Suportei as dores mais do que devia.
Queria incendiar a alma, inflamar os ventos e cantar, cantar. A dança das almas perdidas.
Foge para a casa dos teus pais menino.
Foge pro mundo.
Perca-se.
Morra quando tiver que morrer.
Pó e terra seca por onde os passos trilham, o sol se põe mais uma vez, e eu não sei o dia de amanhã.
Não sei o que é o amor. Explique-se.
As mãos que já não se perdem e não se encontram, não se entrelaçam e não sentem, os olhos que só procuram o céu, o oceano, o vazio, e não encontra nunca outros olhos nos quais repousar. É tão difícil abrir o coração para alguém sem se sentir um tremendo idiota. Nudez do corpo é fácil, desnudar a alma é que é difícil.
Uma canção que embalasse o mundo inteiro. Todas as pessoas do mundo imóveis por um único momento. O silêncio. O maior de todos. Nossos corações batendo, minhas mãos procurando as tuas, nossos corpos se entrelaçando, Deus feliz por nós dois.
Mas eu sou fraco, covarde. Um dia o céu vai desabar, meu chão vai ruir. Não fui feito para amar ou ser amado, é tarde demais. Demais foram os sonhos, as ilusões maiores ainda. Minha fé ruiu quando eu mais precisava de um amigo. Suportei as dores mais do que devia.
Queria incendiar a alma, inflamar os ventos e cantar, cantar. A dança das almas perdidas.
Foge para a casa dos teus pais menino.
Foge pro mundo.
Perca-se.
Morra quando tiver que morrer.
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