Á quem dedico agora todas as minhas palavras, todas as minhas aspirações. Á quem dedico agora os meus segundos, os meus minutos, as minhas horas, os meus dias, a minha vida? Á quem dedico agora meus sonhos, meus planos? Á quem dedico todo o meu ser, á quem me entrego, quem será dona de toda a minha devoção? Á quem dedicarei minhas vitórias? E quem me acolherá nas derrotas?
Agora vago sozinho. Cavaleiro sem Donzela. Corpo sem Alma. Vivendo uma história sem sentido, num mundo sem motivos para viver.
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Terça-feira, 26 de Julho de 2011
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