08 horas da manhã de sexta-feira. Acordo sem saber aonde estou. Acordo e vou pra frente do espelho, e tento acreditar que tudo isso foi um sonho ruim que já passou.
A água no meu rosto insiste em me lembrar, que tudo foi real, que não foi sonho, e que é idiotice acreditar que tudo isso irá passar.
Eu tenho que sair de casa, tenho que ver se alguém me ama, seja o sol que brilha lá no céu, seja uma formiga caminhando pela grama.
Mas meu corpo não se anima, não tem fome, não tem sede, já não quer sair da cama. Só quem viveu o que eu vivo sabe, não é tão fácil esquecer quem a gente ama.
É porque é só isso que as pessoas sabem dizer em momentos assim...
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